terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Dica de Louvor 4

Pela cruz me chamou Gentilmente me atraiu e eu Sem palavras me aproximo Quebrantado por Seu amor

Vineyard

O vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=uSnKkRdoKyY
As cifras:http://www.cifraclub.com.br/vineyard/quebrantado/

domingo, 23 de fevereiro de 2014

Dica de Louvor 3

Eu não te deixarei, meu Senhor!!!
Meu desejo é ser leal, é ser fiel, é viver o dia a dia sonhando com o céu...


Arautos do Rei - Eu não te deixarei

http://www.youtube.com/watch?v=wg2Td7dluiA

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Dica de Louvor 2


Só o meu Deus é merecedor de toda minha atenção, de todo o meu amor.
Só Ele pode me fazer feliz.
Só à ele todo o louvor e glória, eternamente!
Tu és o dono do meu coração.... faz-me transbordar de amor!
Amém!




domingo, 9 de fevereiro de 2014

dica de louvor 1

  1. "Me Ama " (Diante do Trono)

  2.  www.youtube.com/watch?v=gYBzHhvqF_k

O Uso do Véu.

1.O USO DO VÉU
(1º Cor 11.2-16)

“Mas toda a mulher que ora ou profetiza com a cabeça descoberta, desonra a sua própria cabeça, porque é como se estivesse rapada. Portanto, se a mulher não se cobre com véu, tosquie-se também. Mas se para a mulher é coisa indecente tosquiar-se ou rapar-se, que ponha o véu”.  (Iº Co. 11. 5, 6).

“Julgai entre vós mesmo: é decente que a mulher ore a Deus descoberta?” (Iº Co. 11. 13).


“Mas ter a mulher cabelo crescido lhe é honroso, porque o cabelo lhe foi dado em lugar de véu”.  (Iº Co. 11. 15).


Este texto de 1º Cor. 11.2-16 contém um aparente contraste: em dois lugares,  determina-se a obrigatoriedade do uso do véu pelas mulheres e, em outro,  diz-se que o cabelo nas mulheres lhes foi dado em lugar de véu. O que deve ser feito para sanarmos essa  dúvida e como se explica essa aparente contradição?
Os membros do corpo de Cristo são todos varões, sendo varão uma referência ao homem espiritual porque, em Cristo, não há macho nem fêmea (Gal 3.28). Nós não somos membros do corpo de Cristo pela carne, mas pelo espírito, mostrando que a diferença macho/fêmea, que é da carne, não existe Nele. Como a fêmea foi criada da carne do macho (Gn. 2.21-23), anulando-se o macho, desaparece a fêmea.
Mas como fazemos a nossa obra de servos nesse corpo de carne, usado por nosso homem interior (espiritual), o Senhor determinou o uso do véu pelas mulheres, pois, na organização divina, não há sacerdotisa e elas, sendo filhos, não podem ser impedidas de agirem como sacerdotes, como está escrito para todos os cristãos: “E nos fez  reis e sacerdotes, para Deus e seu Pai” (Apoc. 1.6), “Mas vós sois a geração eleita, o sacerdócio real, a nação santa, o povo adquirido, para que anuncieis as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz” (1º Pe. 2.9). Portanto, ninguém pode exercer o sacerdócio divino como mulher-fêmea.
O véu, na Bíblia, é símbolo de lei, de sujeição ao poder, dando a entender que algo ou alguém está sujeito a um poder maior e, como exemplo, podemos citar Rebeca que, ao ver seu futuro marido Isaac, cobriu a cabeça, aceitando-o como seu senhor, tornando-se serva dele, figura de Cristo e da Igreja (Gn. 24.65). Na Bíblia, quanto ao serviço, existe uma seqüência: Deus não é servo de ninguém e está sobre todos; Cristo, só é servo de Deus; o homem, no seu corpo de macho, é servo de Cristo e a mulher, como fêmea, é serva do homem (Ef. 5.22-29), que é também a mesma ordem de comando: Deus, cabeça de Cristo; Cristo, cabeça do homem-macho e o homem-macho, cabeça da mulher-fêmea (1º Co. 7.3). Para que essa última dependência, macho/fêmea, desapareça, espiritualmente, a mulher coloca o véu e, sendo este a figura da lei de Cristo, fica sujeita ao Senhor, tornando-se varão, servo de Cristo como qualquer homem. Essa relação Cristo, a cabeça e  varões - o corpo - é que forma a Igreja. Nessa condição, há liberdade e igualdade espiritual, pois nós todos, como sacerdotes, só devemos obediência ao  Sumo-Sacerdote, que é nosso Senhor Jesus Cristo.

Em Israel, segundo se deduz da afirmação de Paulo, a mulher podia rapar o cabelo ou tosquiar-se, assumindo, dessa forma, que era livre do domínio de homem (pai ou marido) e essa era a condição das prostitutas públicas. Por isso o texto diz que “... rapar-se ou tosquiar-se é indecente...”, porque essa era uma liberdade degradante. Portanto, foi dado um outro sinal da liberdade da mulher na obra de servo de Cristo: “ponha o véu”  (1º Co. 11.6)
 Uma mulher verdadeiramente honesta jamais se tosquiaria ou raparia a cabeça em Israel, porque era um símbolo desonroso. A lei de Moisés criou uma estrutura social baseada no sexo e na idade: o homem adulto e os anciãos estavam no topo, com o mando social e a representação sacerdotal, depois vinham os jovens machos e, por fim, as mulheres, consideradas inferiores e dependentes. Com a lei de Cristo foi rompida essa hierarquia social e era necessário um sinal, visível para todas as criaturas, dessa mudança. Além disso, para os Anjos, que sempre serviram ao Senhor fielmente dentro da casa de Israel e conhecem a Lei de Deus dada a Moisés e que não sabem a verdadeira condição da mulher crente em Cristo, as mulheres continuam sendo inferiores e, por isso, “a mulher deve ter sobre a cabeça sinal de poderio, por causa dos anjos”. (Iº Cor. 11.10) e esse sinal de poderio é o véu, entendido por todas as criaturas como a mulher sujeita a uma nova lei, a de Cristo. Dessa forma, em figura confirmada por suas ações, a mulher-fêmea revela o homem encoberto no seu coração (1º Pe 3.4). Nessa condição, com a cabeça coberta, ela pode orar ou profetizar, diante de Deus, da Igreja e dos Anjos, revelando o filho do Altíssimo que está dentro dela, como um servo cumprindo o papel para o qual foi eleito e vocacionado.
Quando Deus quis mostrar até que ponto havia  chegado a decadência de Israel disse: “... mulheres estão à testa do seu governo. Ah, povo meu! Os que te guiam te enganam, e destroem o caminho das tuas veredas” (Is. 3. 12). Essa afirmação mostra qual a visão que as criaturas divinas, debaixo da lei, tinham das mulheres, além de que os anjos também quiseram propagar o evangelho de Cristo e não foi permitido, como na conversão de Cornélio (At. 10.3-6; 1º Pe 1.12), ficando difícil de entender, para eles, como se permitia a alguém inferior (segundo o conhecimento deles) fazê-lo. O véu veio sanar essa dificuldade, mostrando-lhes que os homens (machos e fêmeas) trabalhavam como servos de Cristo, sob uma nova lei.  O evangelho de Jesus Cristo, que é a salvação judicial de todo o que crê, só pode ser anunciado por filhos-servos de Deus, nunca por criaturas, seja macho, fêmea ou anjo.
Quando a mulher crente está reunida com outros irmãos (homens crentes), formando dessa maneira o corpo de Cristo, precisa usar o véu, para ser tão livre como eles,  servindo ao Senhor com liberdade e igualdade espiritual. Quando  está só,  tendo o cabelo crescido,  este atua como véu, para os estranhos à congregação, porque “ ... o cabelo crescido, lhe é honroso, e lhe foi dado em lugar de véu”. (1º Co. 11.13). Assim, o véu, na reunião dos crentes, anula o sexo e a dependência macho/fêmea e a mulher-fêmea é um irmão entre os irmãos e, na sua vida normal no mundo, o cabelo comprido substitui o véu. Para os homens é exatamente o contrário, a cabeça coberta por cabelos compridos lhes desonra, porque é como se estivessem sob a dependência de outro macho. Com essa ordenação, a igualdade fica garantida e entende-se que “Deus não faz acepção de pessoas” (At. 10.34), aceitando o serviço de todos os seus servos.


(NFB)